quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Resistance Movement



«Our strategy should be not only to confront empire, but to lay siege to it. To deprive it of oxygen. To shame it. To mock it. With our art, our music, our literature, our stubbornness, our joy, our brilliance, our sheer relentlessness - and our ability to tell our own stories. Stories that are different from the ones we're being brainwashed to believe. The corporate revolution will collapse if we refuse to buy what they are selling - their ideas, their version of history, their wars, their weapons, their notion of inevitability. "Remember this: We be many and they be few. They need us more than we need them.»

Arundhati Roy (Nobel Prize)

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

sábado, 20 de novembro de 2010

Greve dia 24


Há duas semanas que as nossas inscrições permanecem nas paredes! E ainda bem! Porque a revolta do povo não tem tamanho!

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Roubar aos pobres para dar (ainda mais) aos ricos

«O PEC revela opções políticas claras. PS e PSD procuram que sejam as classes mais desfavorecidas a arcar com a austeridade e recessão, acreditando que as respectivas agências de marketing e comunicação conseguem controlar mediaticamente os danos. A estratégia de comunicação assenta numa sobrevalorização da ideia que há muita gente a receber subsídios indevidamente, ainda que, efectivamente, as fraudes no subsídio de desemprego ou RSI, sejam uma gota de água no orçamento de estado.

A extrema direita não o faria melhor. Aumenta-se o fosso social entre quem tem emprego e quem não tem ou entre ricos e pobres, com medidas extraordinariamente violentas sobre os segundos. Violência gera violência, e não será anormal que, mais dia menos dias, nos comecemos a confrontar com notícias de desempregados a cometerem uma loucura num qualquer centro de emprego.»
Tiago Mota Saraiva

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

R E V O L T A !!!



Um exército de mais de 600.000 descontentes, mais aqueles milhares não contabilizados pelos números oficiais, mais ainda as respectivas famílias, mais todos os trabalhadores precários humilhados e subjugados por contratos a termo, por inexistência de contrato, a recibos verdes, por perda e ausência de direitos laborais...! Só em Portugal, um país diminuto de dez milhões de habitantes, são milhões os descontentes com razões legítimas para se revoltarem!!!
A classe dominante em Portugal bem tem razões para ter medo. Muito medo!!! Por isso ela faz uso de todos os instrumentos mediáticos. Por isso os jornais, a rádio, a televisão, todas as reportagens jornalísticas e os noticiários procuram ser anestésicos à raiva colectiva, procuram conter o vigor revolucionário da mudança, reprimir a força das massas, o sonho e o desejo legítimos de que um outro mundo é possível, uma sociedade mais justa é alcançável.
Ouvem-se os comentadores do costume, jornalistas sem dignidade, mercenários da informação, uma classe de vendidos abastados, de supostos intelectuais, de supostos técnicos em contabilidade, finanças, economia política... São escumalha trajando fato e gravata, com a presunção cínica de serem neutros quando mais não são do que mordomos da classe dominante. Manifestações?!? «Perda de tempo» dizem. Greves?!? «Não levam a nada» acrescentam. Propagandeiam a doutrina do pensamento único. Procuram impor o discurso imobilista do desânimo, do descrédito na combatividade sindical e popular.
Ouve-se a cantilena dos sacrifícios, a falácia da falta de alternativas, «é porque tem de ser assim e não há outra saída». Estes fazedores de opinião pregam a repressão dos outros, do povo, em contradição com o seu próprio alto nível de vida. Se ganhassem o salário médio nacional, já para não falar no salário mínimo, com certeza adoptariam um outro discurso. São pulgas e a classe dominante é uma cadela gorda e egoísta!!!

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